Kitchen Oil Recycling Networks Used in São Paulo Macro-Metropolis

Aldo Struffaldi, Mauro Silva Ruiz, Cláudia Terezinha Kniess, Andreza Portella Ribeiro

Abstract


Objective: to analyze if the spatial distribution and the relationship of the main cooking oil waste collecting and processing companies in the Macrometropolis of Sao Paulo (MSP) support the characterization of their agglomeration as clusters or local productive arrangements (LPAs).

Methodology: the research is of a qualitative nature with an exploratory approach based on multiple case studies involving three companies from a current universe of fifteen associated to The Brazilian Association for Awareness, Collection and Recycling of Edible Oil (ECOLEO) that congregates the most important companies active in this segment in MSP. It was based on bibliographical research, documentary survey and interviews followed by triangulation of information.

Originality/Relevance: the analysis of the companies from the perspective of a cluster or a local productive arrangement allowed to verify how they are organized spatially in the MSP, as well as the relationship among them, aiming at suggesting governmental support for the optimization of its activities and the increase of income generation.

Results: the research showed that the elements of the agglomeration´s economy identified were not sufficient to say that the segment could be characterized as either a cluster or a local productive arrangement. It was concluded that the companies studied have little interaction with each other, each forming an isolated network of cooperation with a number of small oil waste suppliers which gravitates around them.

Theoretical Contributions: the contributions of the study highlights the identification of existing cooperation networks in the used cooking oil recycling segment and how its actors are organized and acting in MSP. It is also worth mentioning the expansion of the national literature on this theme that is an emerging one at the global level.


Keywords


Cooking oil residue; Clusters; Agglomerations; Local productive arrangements - LPAs; Cooperation networks

References


Albu, M. (1997). Technological learning and innovation in industrial clusters in the south. [Science Electronic. Working Papers Series Paper 7]. University of Sussex, Science Policy Research Unit, Brighton, UK. Recuperado em 24 agosto 2016, de https://www.sussex.ac.uk/webteam/gateway/file.php?name=sewp07&site=25

Altenburg, T., & Meyer-Stamer, J. (1999). How to promote clusters: policy experiences from Latin America. World Development, 27(9), 1693-1713.

Alves, J. G. (2015). Pesquisa sobre empresas recicladoras de óleo de cozinha usado. Entrevista realizada em 23 outubro, 2015.

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais - ABIOVE (2015). Termo de compromisso de 21 de dezembro de 2015 para logística reversa de óleo de cozinha. Recuperado em 18 agosto, 2016, de http://www.ABIOVE.org.br/site/_FILES/Portugues/21122015-092518-21_12_2015_nota_a_imprensa_assinatura_termo_compromisso_oleo_comestivell.pdf

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais – ABIOVE (2013). Termo de responsabilidade pós-consumo de óleo comestível de 08 de janeiro de 2013. Recuperado em 31 agosto, 2003, de http://www.grtoleovegetal.com.br/ABIOVE-e-secretario-estadual-do-meio-ambiente-bruno-covas-assinam-compromisso-de-responsabilidade-pos-consumo-de-oleo-comestivel/

Atkinson, P.; Hammersley, M. (2005). Ethnography and participant observation. In: N. K. Denzin & Y.S. Lincoln (Eds), Handbook of qualitative research, 248–261. London.

Bedê, M. A. (2002). Subsídios para a identificação de clusters no Brasil: atividades da indústria. São Paulo: Sebrae. Recuperado em 24 agosto, 2016, de http://tupi.fisica.ufmg.br/michel/docs/Artigos_e_textos/Empreendedorismo/clusters_no_brasil.pdf

Boaventura, J. M. G. & Siqueira, J., P., L (2007, agosto). A estratégia e as redes de negócio. São Paulo. In Anais dos Seminários de Administração, São Paulo, SP, Brasil, 10. Recuperado em 27 janeiro, 2016, de http://s.istema.semead.com.br/10semead/sistema/resultado/trabalhosPDF/516.pdf

Brasil (2010). Lei n. 12.305 de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional dos Resíduos Sólidos. Recuperado em 22 agosto, 2016, de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm

Calhau, J. (2014). Pesquisa sobre empresas recicladoras de óleo de cozinha usado. Entrevista realizada em 27 outubro, 2014.

Cargill (2019). Notícias. Ação Renove o meio ambiente. Acesso de https://www.cargill.com.br/pt_BR/2019/acao-renove-3-milhoes em 07/04/2019.

Ceglie, G., & Dini, M. (1999). SME cluster and network development in developing countries: the experience of UNIDO. Vienna: Unido.

Collins, J., & Hussey, R. (2005). Pesquisa em administração: um guia prático para alunos de graduação e pós-graduação. Editora: Bookman. Porto Alegre.

Cooper, D. C., & Schindler, P. S. (2011). Métodos de pesquisa em administração (10a ed.) Porto Alegre: Bookman.

Czajkowski, A., & Cunha, S. K. (2010). Organização e coordenação da rede de cooperação em aglomerados de turismo rural. Turismo-Visão e Ação, 12(1), 92.

Denuzzo Junior (2014). Pesquisa sobre empresas recicladoras de óleo de cozinha usado. Entrevista realizada em 08 dezembro, 2014.

ECÓLEO - Associação Brasileira para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Óleo Comestível. (2019). Relação dos associados. Recuperado em 30 julho, 2016, de http://www.ecoleo.org.br

Eisenhardt, K. M. (1989). Building Theories from Case Study Research. Academy of Management Review, n. 4.

Empresa Paulista De Planejamento Metropolitano – EMPLASA. (2019). Macrometrópole paulista. População. Elaboração: EMPLASA, GIP/CDI, 2019, Fonte IBGE.

Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano – EMPLASA. (2012). Macrometrópole paulista. População - Censo 2010. Recuperado em 18 agosto, 2016, de http://www.EMPLASA.sp.gov.br/Cms_Data/Sites/EMPLASA/Files/Documentos/Projetos/BrochuraMMPortuguesV2.pdf

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC (2014). Manual de Atuação em Arranjos Produtivos Locais - APLs. São Paulo: FIESP. Recuperado em 14 junho, 2015, de http://www.FIESP.com.br/indices-pesquisas-e-publicacoes/manual_apls_FIESP/

Fochezatto, A., & Valentini, P. J. (2010). Economias de aglomeração e crescimento econômico regional: um estudo aplicado ao Rio Grande do Sul usando um modelo econométrico com dados de painel. Revista Economia, Selecta, 11(4), 243-266.

Galinari, R., Crocco, M. A., Lemos, M. B., & Basques, M. F. (2007). O efeito das ameaças de aglomeração sobre os salários industriais: uma aplicação ao caso brasileiro. Revista de Economia Contemporânea, 11(3), 391-420.

Google Earth. (2029). Software Google Earth Pro, 2018.Versão 7.3. Recuperado em 10 março, 2019.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. (2016). Consumo de alimentos nos domicílios brasileiros. Quantidade per capita para consumo no domicílio/item 9º Óleo de soja. Recuperado em 15 julho, 2016, de http://teen.ibge.gov.br/biblioteca/340-teen/mao-na-roda/orcamentos-familiares/1775-consumo-de-alimentos-nos-domicilios-brasileiros.html

Lastres, H. M., & Cassiolato, J. E. (2003). Arranjos produtivs locais: uma nova estratégia de ação para o sebrae - glossário de arranjos e sistemas produtivos e inovativos locais. Rio de Janeiro: Rede de Pesquisa em Sistemas Produtivos e Inovativos Locais.

Lundvall, B. A. (1988). Innovation as an interactive process: from user-producer interaction to national systems of innovation. Technical change and economic theory.

Martins, G & Theóphilo, C. (2009). Metodologia da Investigação Científica para Ciências Sociais Aplicadas. 2 ed., São Paulo: Atlas.

Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio – MIDC (2004). Portaria Interministerial nº 200 de 02/08/2004. Institui o Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais – GTP APL. Recuperado em 24 agosto, 2016 de http://portalapl.ibict.br/menu/itens_menu/gtp_apl/gtp_apl.html

Oliveira, R. B. & Ruiz, M. S. (2014, outubro). Cadeia produtiva de óleo de cozinha usado: caracterização dos principais atores do arranjo produtivo existente na Região Metropolitana de São Paulo. In Anais dos Seminários de Administração, São Paulo, SP, Brasil, 7. Recuperado em 5 abril, 2019 de http://sistema.semead.com.br/7semead/

Pawlowski, C. S.; Andersen, H. B.; Troelsen, J., & Schipperijn, J. (2016). Children's physical activity behavior during school recess: A pilot study using GPS, accelerometer, participant observation, and go-along interview. Plos One, 11(2).

Porter, M. (1998). Clusters and the new economics of competition. Harvard Business Review, 76(6), 77-90.

Prahalad, C., & Hamel, G. (1999). The core competence of the corporation. In M. H. Zack, & M. H. Zack (Ed.), Knowledge and strategy (pp. 41-62). Woburn/MA, Massachusetts, USA: Butterworth=Heinemann.

Santos, A., A., & Guarnieri, L, S. (2000). Características gerais do apoio a arranjos produtivos locais. BNDES Setorial, 12, 195-204.

Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo – SMA (2011). Resolução SMA-038. Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Estabelece a relação de produtos geradores de resíduos de significativo impacto ambiental. Recuperado em 29 agosto, 2016, de http://www.ambiente.sp.gov.br/wp-content/uploads/resolucao/2011/38_020811.pdf

Struffaldi, A. (2016). Redes de reciclagem de óleo de cozinha usado na Macrometrópole Paulista: um estudo de casos múltiplos. Dissertação (mestrado), Universidade Nove de Julho, São Paulo, 83f.

Suzigan, W., Furtado, J., Garcia, R., & Sampaio, E. K. (2001). Aglomerações industriais no estado de São Paulo. Belo Horizonte: UFMG. Recuperado em 27 janeiro, 2016, de http://www.cedeplar.ufmg.br/economia/seminario/wilson_suzigan.pdf

Thompson, G. F. (2003). Between hierarchies and markets: the logic and limits of network forms of organization. Oxford University Press on Demand.

Trevo (2019). Ong Trevo. Nosso compromisso. Acesso de http://trevo.org.br/empresa.php em 07/04/2019.

Tristão, H. M. (2000). Cluster e a cadeia produtiva de calçados de Franca. FACEF.

Yin, R. K. (2014). Estudo de caso: planejamento e métodos (5a ed.) Porto Alegre, RS, Brasil: Bookman.


Full Text: PDF

Refbacks

  • There are currently no refbacks.




Iberoamerican Journal of Strategic Management  e-ISSN: 2176-0756

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença
Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional